Read God's Fires by Patricia Anthony Online

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In Portugal, during the Inquisition, a ship falls to Earth. Could the creatures inside be angels...or devils sent to tempt?...

Title : God's Fires
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ISBN : 9780441005376
Format Type : Paperback
Number of Pages : 384 Pages
Status : Available For Download
Last checked : 21 Minutes ago!

God's Fires Reviews

  • Jayme Blaschke
    2019-04-17 06:55

    Father Inquisitor Manoel Pessoa arrives in the small Portuguese village of Quintas as is immediately confronted by strange confessions of abductions and fornication with angels, of pregnant virgins and lights in the sky. Pessoa, a man of tentative faith and even less respect for his priestly vows, attempts to quell the wild talk lest more zealous prosecutors of heresy take interest. To this point, Anthony plays coy with her setup, using writers' sleight-of-hand to offer teasing glimpses of the supposed "angels," and the books plods deliberately along. But then the aliens pull a Roswell, plowing their silver acorn of a space ship into the side of a mountain, and all bets are off.Portugal's idiot King Afonso sees the fiery crash, takes it as a sign from God, and mounts a quest after the falling star from heaven. Inquisitor-General Gomes hears of the King's quest, mysterious grey "angels" and other heresies, prompting him to travel to Quintas to open a full inquiry of his own. Pessoa is caught in the middle, desperate to protect villagers--ignorant of their peril--who defy his protection; baffled by the strange, silent, grey "angels" within whose eyes some see paradise and others see damnation; and Inquisitor-General Gomes, who's hell-bent to burn the entire heretical village at the stake and none too discreet about his desire to consign the Jesuit-trained Pessoa to the flames as well.As she has in previous books--Brother Termite, Cold Allies and Happy Policeman--Anthony uses her aliens as a catalyst, a mirror held up to the provide greater insight into the human condition. The aliens don't explain themselves--they don't have to, and if they did, it wouldn't matter. From Pessoa to Gomes to Afonso, everyone sees the aliens as they want to, and no amount of argument or evidence affects those beliefs in the slightest. The aliens remain enigmas to the end, their thoughts and motivations unknown, unknowable. The humans remain enigmas as well, despite the fact that their thoughts and motivations are naked and exposed. With subject matter as serious as the Inquisition, there's a danger of portraying events as black-and-white melodrama. Fortunately, Anthony avoids this, without slighting the brutality and horror the Inquisition fostered. Pessoa and the other protagonists are not sainted, aren't even necessarily nice. Gomes and his ilk aren't baseless caricatures of evil--Gomes truly believes the burnings work to save the souls of the condemned--even though they bring untold suffering to Quintas.Religious fiction is a tricky business, usually falling into the categories of satire or inspirational. Religious science fiction is an even rarer bird, given the genre's tendency to embrace atheism. Anthony manages to carve out a niche all her own with God's Fires. Rather than the irreverent lampoon of James Morrow's Towing Jehovah or Only Begotten Daughter, Anthony's God's Fires owes more to Poul Anderson's High Crusade and A Canticle for Liebowitz by Walter Miller, Jr., although it's more earthy and immediate than either of those two titles, as firmly grounded in reality as any work of speculative fiction can be.

  • Leif Anderson
    2019-04-06 04:35

    It's a very stirring book, but it's not my favorite Anthony book. I found it even sadder than most of her work. It was certainly a good book, but just so, so sad. I'm glad that I read it once, but the second time around, I had to stop because it was just barely too depressing.

  • São
    2019-03-22 04:33

    Por certo, existem inúmeros livros que nos falam deste período da História da Humanidade, quer históricos, quer romanceados. A Inquisição desperta em todos, um sentimento de repulsa (para não referir algo mais forte e ferir susceptibilidades em termos de linguagem) que inspirou, e continua a inspirar, muitos escritores profissionais e amadores. No entanto confesso que em nenhum senti um sentimento tão forte como ao ler este livro de Patrícia Anthony. Porquê? Não sei responder ao certo, mas a sua escrita tem o dom de nos colocar lado a lado com as personagens, com a vida daquela pequena aldeia, no concelho de Mafra, com os seus sentimentos, dúvidas e desejos. As dúvidas existenciais da fé divina assolam-nos e vemos-nos perante a mediocridade das altas esferas do clero da época, a sua podridão e os seus vícios face a face com a ingenuidade e a simplicidade do “pastor do rebanho de Quintas”. Pelo meio deste dueto, Manoel Pessoa, jesuíta e inquisidor itinerante, que viaja de aldeia em aldeia, não se encontra preparado para o que vai encontrar, acontecimentos que questionarão grande parte dos seus valores e da sua vida.Todas estas questões que nos são apresentadas de uma forma sarcástica e cheia de ironia, acabam por se revelar, na minha opinião, a componente essencial da história e acabam por nos envolver de tal forma que somos atingidos bem em cheio pelo final lancinante.Mas, falando um pouco mais dos personagens e dos acontecimentos….D. Afonso VI, o jovem Rei de Portugal, que revela alguns problemas de raciocínio (como é sabido da história de Portugal, sendo sucedido pelo seu irmão D. Pedro que lhe usurpa o trono, precisamente nesta época) e que parte à procura dos moinhos de vento quixotescos. Quando vê uma estrela cadente a cair e a embater na superfície terrestre, resolver partir para observar melhor o local onde esta caiu, que não é mais nem menos que junto a Quintas.Manoel Pessoa, na sua volta habitual enquanto inquisidor, depara-se com um conjunto de situações extraordinárias que revolucionam a vida da pacata aldeia. “ Fornicações” como lhe refere D. Inês, em confissão, ”Eles chegam de noite e ….. “ . A pequena Marta que jura ter visto e falado com a Virgem , e a jovem Maria Helena que engravida de um anjo sem nunca ter perdido a virgindade - virgo intactus. Uma bela herbologista que inspira o receio entre a população, que a crê como uma bruxa, e que se revela como amante de Manoel Pessoa. O padre da aldeia, um humilde franciscano com alguma idade, que defende o seu rebanho até aos últimos momentos.O Monsenhor Gomes, inquisidor-mor, que se coloca acima de todos, identificando os culpados das histórias heréticas e que, ultrapassando todas as barreiras legais acaba, através do seu poder, de julgar inocentes, lançando-os nas “fogueiras de Deus”.A queda de uma nave extraterrestre, porque assim o é a tal estrela cadente, num meio tão hermético de ideias e de desenvolvimento, surge como uma heresia, uma clara obra de Satanás. Os seus passageiros, três seres misteriosos e estranhos que são identificados como querubins ou mesmo anjos, que falam com os seus olhos profundos e negros na mente das pessoas, despertando nelas sensações diferentes de paz ou de trevas consoante o coração e /ou inocência de cada um.As personagens envolvem-nos, como já referi, a história toca-nos e somos levados pelo caminho que leva à perdição, pois acabamos por questionar a Santa Igreja e as suas maquiavélicas atitudes e julgamentos preconceituosos. O final é terrível e (perdoem-me os spoilers) esperamos até ao último momento um desenlace diferente, mas a realidade era outra nesse tempo e não conseguimos deixar de sentir o cheiro e os gritos lancinantes, como se fizéssemos parte daquela pequena aldeia, que nunca mais será a mesma, tal é a intensidade com que os factos são narrados.Um livro obrigatório que apresenta uma linguagem e uma crítica social muito forte. A tradução de João Barreiros parece-me excelente (digo parece-me, apenas porque não li o original) e está muito adequada aos termos locais e próprios da época, há um trabalho muito bom nesse sentido e que me parece ter sido em grande parte um contributo do próprio tradutor.Sendo um livro classificado como FC ou não, este facto não interessa, pois o que aqui predomina é mesmo esta crítica mordaz à época e à Inquisição, feita de uma forma magistral por Patrícia Anthony

  • Jim
    2019-03-18 23:55

    It's the late 17th Century and Europe has entered the Scientific Revolution, but in Portugal, the Inquisition still holds sway. The Inquisitor, Father Pessoa, arrives in a small Portuguese village to investigate sightings of strange lights and a pregnant virgin. There is talk of mysterious beings who may be either angels or demons.The situation becomes even more serious when a kind of spacecraft crashes near the village... Anthony is an excellent writer with a fascinating story to tell here. The setting is very well-realized and the characters are complex. Pessoa turns out to be a most engaging character. He has doubts concerning his faith and hopes the "angels" can help him to save his faith. A final note--Anthony wrote a book, "Cradle of Splendor," which I thought was even more powerful than this one and was set in Brazil. SPOILERS--I don't give this book 5 stars as we are left with a big question mark. We never discover what the motivations of the aliens were, what they were doing there... I wanted some explanation, but, maybe, there wasn't one that humans are supposed to understand.

  • Alan
    2019-03-30 06:50

    A very interesting premise. What if aliens landed in Portugal during the time when the Inquisition still held sway? What I think a reader finds is how intolerant the Church was at the time, and how some people hoarded their power over the uneducated masses. This book is not an indictment of the Catholic Church. It is a indictment of those who succumb to greed and indulgence because of their access to power over others. Some think the aliens are demons, other angels. Eventually the Inquisition does come to the small town and an accusations begin to run rampant. From virgin births to a woman who poesses the evil eye because she is a Jewish herbalist. The characters are well depicted for the most part, very few come across as two-dimensional.The aliens play a small role, and frankly the fact they are described as the typical round eye, bald, small humanoid types struck me as the book's failing. Personally I'm tired of that description, and even something closer to the aliens of James white and Larry Niven's descriptions would have been welcome.

  • Matt
    2019-04-02 04:59

    The fact that this one held my interest surprised me a bit; given that it centres on Catholicism, the Inquisition and the Portuguese monarchy three subjects that I have little knowledge of or interest in."Grey" Aliens visit and eventually crash in a Portuguese village, some of the villagers believe them to be Angels - a heresy that the Inquisition cannot let stand.The aliens themselves are essentially passive mirrors of the soul - the characters laregly see in them only that which they themselves bring to the encounter.The books strength lies in the triumvirate of priests caught up in this affair - they could easily have been dull stereotypes (the zealot, the politician and the doubter) but Patricia Anthony makes them more than that.

  • Jason
    2019-03-24 04:34

    brilliant premise. sags in the middle but the ending hits like a punch in the gut

  • Cláudia Santos
    2019-03-28 04:55

    Ora aqui está um livro que me surpreendeu de tantas maneiras que é impossível transmitir-te em, apenas, palavras. Vou tentar. É um livro divertido, satírico, histórico, perverso, provocador, reflexivo, retratista, enfim, um livro que é um mundo em si mesmo.Não estou totalmente certa se o deva incluir no meu top porque, não obstante o ter achado um portento e me ter deliciado no meio das suas páginas, não me encantou a alma, não fez de mim uma leitora sôfrega, nem me tirou o tapete debaixo dos pés e me fez andar numa montanha russa.Mas nem por isso o livro deixa de ser um prodígio. É poderosíssimo e muito, muito original.Indo buscar uma altura histórica tão marcante como o século XVII, Patrícia Anthony consegue transmitir com mestria notável e sempre como tema periférico, a situação política do reino e as vicissitudes da Inquisição.No meio de toda esta informação histórica, a autora consegue fazer-nos reflectir sobre o bem e o mal, sobre o humano, no que tem de forte e de fraco.É, principalmente, um livro inteligente e notável. Muito bem escrito e com um excelente enredo, melhor dizendo enredos porque há uma série de histórias que se vão adensando e canalizando para o fim comum. Estou certa que será um livro inesquecível.

  • Eugene
    2019-03-31 03:31

    An original and compelling story, as much historical fiction as sf. Anthony brings the Inquisition to life, giving an inside view through Fr. Pessoa, a reluctant but not rebellious Inquisitor. His struggles with compassion are wholly engaging, reminiscent of the challenges of a military chaplain, pastoring soldiers through a war that should not be fought.I was a little disappointed with the character of Monsgr. Gomes. Too often the Inquisition is viewed as driven by mindless fanaticism and cruelty. One of the strengths of this book is that it does not, except in the character of Monsgr. Gomes. I would much prefer that the trial have been prosecuted according to the law. I am curious about what that would have been. Also, as it stands, I am left with the feeling that the plot might not have worked had the Inquisition followed its own rules, which cheapens the story for me.I don't know if I find the ending wholly satisfying, or if it is too abrupt with too many loose ends. That will bear more thought.That all said, the story was compelling and remarkably fast-moving for an​introspective plot.

  • Iceman
    2019-03-29 06:42

    Patrícia Anthony é norte-americana, mas fruto do seu casamento veio viver para Portugal em 1969 tendo ficado no nosso país vários anos que a marcaram profundamente ao ponto de com “As Fogueiras de Deus” efectuar uma homenagem a Portugal.Embora com fortes laivos de romance histórico, este livro aproxima-se mais do gênero fantástico, uma espécie de mistura entre histórico, fantástico e ficção científica, mas e em relação a este último com um grau menor.A acção situa-se entre 1666 e 1667 no reinado de D. Afonso VI.D. Afonso era o segundo filho de D. João IV e não havia sido preparado para ser rei, posição destinada ao seu irmão mais velho, o Príncipe D. Teodósio, que, no entanto, viria a falecer aos 19 anos.D. Afonso fica então em linha directa na sucessão de D. João IV, porém D. Afonso, que com 3 anos é atingido por uma febre maligna que lhe rouba as capacidades mentais, não é capaz de governar, comportando-se como uma criança. Uma das páginas negras da História de Portugal.No entanto Portugal vivia sob o jugo da “Santa Inquisição” que com mão de ferro manipulava e observava tudo, impondo um clima de terror em todos os sectores da vida portuguesa (no resto da Europa igualmente).Foi tempos de obscuridade que muitos vultos tentaram combater (exp: Galileu), mas sempre impedidos, ameaçados e acusados de heresia, arriscando a morrer nas fogueiras (e tantos assim sucumbiram). Tempos maléficos para a humanidade que impediram o desenvolvimento científico e cultural. Imagino a quantidade de informação que foi destruída e aqueles que foram impedidos de explanar os seus pensamentos (a Inquisição em Portugal vai durar até 1821, impressionante).É neste contexto sócio-religioso que a acção se situa.Num povoado perto de Mafra (Patrícia escolhe precisamente o Portugal profundo, rural, analfabeto, extremamente religioso e muito supersticioso), o padre inquisidor Manoel Pessoa, houve estranhas confissões que narram inexplicáveis luzes no céu e na presença, a fim de copularem com mulheres terrestres, de seres cobertos de luz que o povo julga serem anjos.Ciente que os anjos não existem, o padre Manoel inicia uma investigação para tentar perceber o que se anda a passar, pois ele está convencido que o pecado da fornicação é o culpado pelas fantasias dos homens de luz, até porque ele próprio não é nenhuma alma santa e tem dificuldades em manter a braguilha fechada.Em simultâneo, na corte em Lisboa, D. Afonso, que anda ali não se sabe bem a fazer o quê, vive num mundo de fantasia cavaleiresca, rodeado de moinhos de vento queixotescos, não se apercebendo das intrigas que o rodeiam nem das movimentações que o seu irmão, D. Pedro, inicia.É precisamente quando sai atrás do irmão, que julga ter ido descansar para Mafra, que o rei e os cavaleiros que o acompanham, passam pelo povoado , e mesmo numa altura em que outro fantástico acontecimento se dá: a queda de um óvni.Gostei do livro até certo ponto e é curioso que este livro pode ser dividido e até lido sob duas perspectivas.Gostei imenso da descrição da época e do modo de viver, sobretudo gostei da forma como a escritora explora a superstição e os influentes tentáculos da inquisição. Ela de facto consegue descrever a teia de interesses e influências da corte e a forma como a igreja mandava e se sobrepunha a tudo e todos. Porém quando entra na fase do fantástico, em minha opinião, retira interesse e até seriedade.Até certo ponto pensei, até ao fim do livro, que a história dos óvnis e dos extraterrestres fosse uma metáfora acerca do obscurantismo da época imposto pelas garras da Inquisição. Até se lê bem nessa perspectiva e é nessa perspectiva que eu aconselho o livro. Porém no fim do livro surge o Posfácio da autora onde ela assume a intenção da alusão aos óvnis ser mesmo sobre óvnis e vida extraterrestre, indo até mais longe ao referir ter tido, em diversas ocasiões, visões de objectos estranhos.Respeito, mas nessa perspectiva, não apreciei a mescla deste livro.Obviamente que interessa a muito boa gente, mas admito não ser o meu estilo.

  • James
    2019-03-30 03:47

    I had to read this in starts and stops, as many parts were confusing. I could not keep the characters straight, and the writing was not clear. I have no idea what happened at the end. I give it 2.25 stars.

  • Deadfallingstar
    2019-03-29 04:50

    Boa demonstração dos ridiculos conceitos defendidos pela inquisição. Demasiado palavreado sobre sexo.

  • Anthony Faber
    2019-03-22 03:34

    The Inquisition vs. Aliens. Strange book, but it works.